Trabalho em altura: previna acidentes fatais e multas

19 fev
2021

De acordo com o Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho (AEAT), da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, em 2018, foram registrados no Brasil mais de 110 mil acidentes de trabalho (com e sem Comunicação de Acidentes do Trabalho (CAT)). Desse total, cerca de 3.600 acidentes estiveram relacionados a quedas (sem especificação e de um nível a outro).

As quedas com diferença de nível têm sido uma das principais causas de acidentes de trabalho graves e fatais do mundo tudo. No Brasil, é a principal causa de mortes na indústria. Por isso mesmo, as medidas de proteção adequadas – EPIs, proteção de periferia, plataformas de proteção, andaimes, escadas, rampas e passarelas – costumam ser as mais autuadas nas multas aplicadas por órgãos de fiscalização.

A realização do trabalho em altura – aquele entendido como sendo o realizado acima dos 2 metros de altura – apresenta riscos sérios à saúde dos trabalhadores. A sobrevivência envolve fatores como a posição em que a trabalhador caiu, o seu peso pessoa, a altura da qual se dá a queda, a gravidade e a aceleração. De todo modo, a taxa de sobrevivência é bastante baixa, deixando muitas vezes a pessoa incapacitada.

A Norma Regulamentadora 35 é o documento de referência para esses casos, apresentando os principais cuidados, responsabilidades e medidas preventivas que trabalhadores e empregadores precisam adotar para garantir a realização do trabalho de uma forma segura e responsável. Por exemplo, entre tais medidas preventivas, está o fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados e o treinamento constante sobre a correta utilização deles e sobre as normas para a realização de atividades em altura. O trabalhador e a empresa devem estar também cientes das normas relativas à conservação e armazenagem dos EPIs de uso diário.

A empresa que for flagrada infringindo normas estabelecidas na NR 35 se sujeita a penalidades que vão do auto de infração à interdição e multa, podendo esta chegar a vultosas quantias, dependendo do porte da e da gravidade do ato de infração. Considerando a gravidade deste tipo de acidente, que leva muitas vezes à morte imediata, é absolutamente essencial que o trabalhador trabalhe equipado com a proteção mais adequada e que todas as outras medidas adicionais de segurança sejam providenciadas.

Pensando nisso, no post de hoje, apresentamos quatro lançamentos de EPIs para trabalho em altura desenvolvidos Hércules, parceira da Corsul. Mostramos o que cada um tem a oferecer ao trabalho em termos segurança e por que eles unem qualidade, durabilidade e excelente custo-benefício. Continue a leitura e saiba mais!

Cinturão paraquedista HL009ARG

HL009ARG 2 1

Cinturão paraquedista em cadarço poliéster, totalmente ajustável, com ponto de conexão dorsal e indicador de impacto. Certificado de Aprovação (C.A.) 44968.

Principais características:

– Com pontos de conexão dorsal e proteção subpélvica, dois ajustes nas pernas, é indicado para retenção de quedas, com uso do dispositivo trava-quedas ou talabarte.

– Alças frontais para descanso do talabarte.

– A argola e fivelas são de aço bicromatizadas, para mais resistência e durabilidade.

– Conta com indicador de impacto e passador tipo clip para armazenamento da sobra da fita.

Cinturão paraquedista HL00903ARG

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Cinturão paraquedista com abdominal em cadarço poliéster, totalmente ajustável, com três pontos de conexão e indicador de impacto. C.A. 44969.

Principais características:

– Com pontos de conexão dorsal, peitoral e lateral, proteção subpélvica, um ajuste na cinta e dois nas pernas, proporciona mais proteção contra quedas.

– Oferece proteção lombar em cadarço de poliéster de 80mm.

– A argola e fivelas são de aço bicromatizadas, para mais resistência e durabilidade.

– Conta com indicador de impacto e passador tipo clip para armazenamento da sobra da fita.

– Atende às NBR 15835 e 15836.

Talabarte HL032Y53ARG

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Talabarte modelo “Y”, com 85 cm de comprimento, absorvedor de energia. Indicado para qualquer lugar onde exista risco de queda.

Principais características:

– Um conector classe B com 20 mm de abertura em aço e dois conectores classe A com 53 mm de abertura em aço.

– Cadarço com 45 mm de largura.

– Conta com absorvedor de impacto e pontos de ancoragem.

– Não deve ser utilizado em áreas com altas temperaturas e respingos de solda.

– Atende às NBR 15834, 14629 e 15837.

 

Talabarte HL03250YN

HL03250YN 1

Outro talabarte modelo “Y”, com 1,30 m de comprimento, absorvedor de energia.

Principais características:

– Conta com cadarço em poliéster de 45 mm de largura e laçada para conexão ao cinturão.

– Conta com dois conectores classe A (53 mm em aço).

– Possui absorvedor de impacto e pontos de ancoragem.

– Não deve ser utilizado em áreas com altas temperaturas e respingos de solda.

– Atende às NBR 15834, 14629 e 15837.

Todos os equipamentos da Hércules apresentados neste post possuem também certificado Inmetro. Para adquirir qualquer um deles, é só visitar uma das filiais da Corsul ou fazer seu orçamento online agora mesmo clicando aqui.

Hoje, oferecer produtos de qualidade não é uma vantagem – é uma obrigação. A Corsul sabe disso e, por isso, vamos além. Há 29 anos no mercado, oferecemos o melhor atendimento aliado ao melhor conhecimento técnico.

Até o próximo post!

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